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Viva o plástico!

Por Brunno Alves

17 de September de 2019

Qual a primeira coisa que você faz quando acorda? Pega o celular? E depois você escova os dentes, se arruma, e vai trabalhar de carro, ou de ônibus? E então você almoça e depois toma um sorvete de sobremesa, utiliza o computador e por ai vai… Sabe qual é a relação entre todos esses aparelhos que você utiliza no dia-a-dia? O plástico. E não para aí.  Até as grandes indústrias mundiais de produção de aço, as siderurgias utilizam plástico, o setor agropecuário, utiliza plástico no revestimento de silos. As indústrias de blindagem e veículos especiais, indústria de óleo e gás, alimentícia e por ai vai. O plástico está inserido em nossas vidas e nos processos de nossas indústrias há um ponto que não tem mais volta. E por isso mesmo trouxemos para você, como seria nossa vida sem o plástico.

Alerta de spoiler, voltaríamos no tempo como na série Mad Men. Só para ver que ele não é tão vilão.

 

Volta ao campo

Sem o plástico, e com o uso alternativo de materiais de origem vegetal, haveria mais empregos nas zonas rurais para abastecer a demanda. O trabalho seria puxado. O plástico trouxe muitas facilidades à agricultura. Por exemplo, sistemas de irrigação levam plástico nas mangueiras, dutos e canais. Sem ele (e sem as estufas, que também têm plástico), seríamos mais dependentes do clima. Assim, a variedade de comida no mercado diminuiria.

 

Futuro de vidro

O bioplástico, feito à base de amido de milho, entre outros, seria uma alternativa sustentável popular. Mas ele custa até quatro vezes mais e não atende demandas que polímeros com o UHMW por exemplo, supri, então encareceria muitos produtos. Além dele, teríamos mais vidro, em várias formas.

 

Monitor de mogno

Computadores seriam de metal ou madeira, com dispositivos internos adaptados à nova realidade, feitos de silicone, por exemplo. De madeira também seriam os fones de ouvido, canetas, etc. Mas pense na falta da garrafa térmica? Impulsionaria o café fresquinho. Viva!

 

Pau na máquina

Sem plástico, aparelhos eletrônicos poderiam ser mais pesados. Isso porque eles teriam madeira no lugar, como os eletrodomésticos de antigamente. Ao mesmo tempo, parafernálias que hoje são excêntricas seriam normais, como, um amplificador para smartphone  de papelão, ou ainda as capas de cortiça para tablets.

 

Aumente sua garagem

Automóveis seriam parecidos com os grandões da década de 1950, feitos quase inteiramente de aço. Hoje em dia, o plástico está em 50% da composição dos veículos. Eliminando-o, os carros pesariam o dobro e, consequentemente, gastariam até 35% a mais de combustível. Quanto mais pesado um automóvel, mais poluente.

 

Vilão carismático

A ilha de lixo do Pacífico, composta basicamente de plástico, seria muito menor. Mas as vitórias verdes seriam poucas. Sem plástico, usaríamos mais borracha e alumínio, que demoram até 500 anos para se decompor.

 

Quer saber mais sobre os plásticos mais utilizados na indústria do país?

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Revista Supor Interessante – Editora Abril – “E se não existisse plástico?”
Publicado em 31 de outubro de 2016
Acesso em 15 de setembro de 2019

Brunno Alves

Marketing Production - CRM

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